De mala e cuia

Intercâmbio na Irlanda – parte 1: a coragem para o pontapé inicial

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Rio Liffey ao fim da tarde – Dublin – Arquivo pessoal

O ano de 2015 foi, digamos, sabático. Eu sempre tive vontade de viajar o mundo, conhecer lugares e culturas novas, mas uma coisa que sempre barrou o meu sonho de colocar o pé na estrada foi um dos motivos da maioria dos viajantes: a falta de grana.

Eu estava com essa ideia de viajar e fazer um intercâmbio martelando na minha cabeça, estava em um emprego relativamente estável, com um salário razoável, estudando inglês em uma escola de idiomas por um tempo aceitável, juntando uma graninha de forma despretensiosa, mas daí esbarrei em um grande problema para quem quer fazer um intercâmbio e manter seu emprego: não tinha muito tempo disponível para a duração do intercâmbio.

Assim, me dirigi até uma agência de intercâmbios e fiz a seguinte pergunta:

– Qual o tempo mínimo de duração de um intercâmbio com curso de idiomas que seja proveitoso para o intercambista?

E a menina da agência respondeu:

– Três semanas é o mínimo que recomendamos para que o intercambista possa aproveitar o curso de idiomas e conhecer o país onde ele ficará.

Com isso em mente e com todos os argumentos possíveis, consegui as ditas três semanas de férias junto ao escritório que trabalhava.

Mas, até então, não tinha um destino certo, eu queria ir para os EUA, mas não poderia dispor de tempo para me deslocar até a Embaixada em São Paulo ou Rio de Janeiro, que são as mais próximas do Rio Grande do Sul. Assim, fui até outra agência fazer orçamento e expliquei toda a minha situação, e, a menina que me atendeu tinha morado por dois anos em Dublin, na Irlanda, e, me falou muito bem do lugar, e, que não precisava de visto prévio, sendo o mesmo concedido no momento da entrada no país. Já tinha ouvido sobre a Irlanda, pois várias pessoas próximas já tinham feito intercâmbio lá e tinham amado o país. Foi aí que pensei “É pra Irlanda que eu vou!”.

Dentre todos os países que orcei nas agências o que mais compensou na balança custo-benefício foi a Irlanda.

E foi assim que, em setembro de 2015, por três semanas deixei família, namorado, casa e cachorros no Brasil e fui em carreira solo para a Ilha Esmeralda.

Bom… Esse é o primeiro post da série “Intercâmbio na Irlanda”, pois como são muitos tópicos a serem abordados, acho que fica menos cansativo para vocês dividir em pequenos textos. Estou estudando a possibilidade de fazer alguns vídeos sobre o meu intercâmbio, e, caso se concretize avisarei nas nossas redes sociais.

See u.

.

Por Letícia

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7 comentários em “Intercâmbio na Irlanda – parte 1: a coragem para o pontapé inicial

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